A minha ideia inicial para o balanço de 2023 era que este tivesse duas partes apenas. Uma para os concertos, outra para música em si. No entanto, esse texto estava a ficar muito grande e achei por bem dividi-lo em três – até porque faz sentido do ponto de vista temático, mesmo que os textos fiquem relativamente curtos. Há de ficar parecido com o balanço de 2021.
Suspeito que, mais uma vez, só devo terminar lá para finais de fevereiro, se não for mais tarde. Já não é a primeira vez que uso a expressão aqui no blogue mas, citando uma das bandas visadas neste texto, olhem… c’est comme ça.
Como escrevi na parte anterior, os meus hábitos musicais em 2023 não foram muito diferentes dos do ano anterior. Com as devidas exceções – Linkin Park e Meteora20, por exemplo – diria que 2023, em termos musicais, foi uma continuação de 2022. Em parte no que toca a música (mais ou menos) emo.
Um dos maiores exemplos disso foi a prevalência de Jimmy Eat World, uma banda que entrou no meu radar através de, precisamente, Everything is Emo, o podcast que Hayley gravou em 2022. Em particular o álbum Bleed American, que continuou com muita rotação em 2023.