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terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Primeiras bandas, uma metaleira cabeça-no-ar e uma bilionária sem noção – Música 2025

             Não estava nos meus planos escrever uma retrospetiva musical para 2025. Não cheguei a fazê-lo para 2024 – o mais parecido foi o apanhado de concertos que, de qualquer forma, acabou por cobrir uma boa parte do ano seguinte. 


No que toca a 2025, o meu ano musical foi marcado, acima de tudo o resto, por três álbuns: From Zero, dos Linkin Park; Virgin, de Lorde; Ego Death at a Bachelorette Party, de Hayley Williams. Ando a analisá-los aqui no blogue – já escrevi sobre o primeiro, tenho o segundo já esquematizado – e ficava 2025 representado. Iria apenas referir de passagem os hábitos musicais que não se encaixassem nestes álbuns no final da análise a Virgin. 



Só que as notas para essa parte acabaram por se estender por várias páginas. Assim, decidi escrever um texto independente para a retrospetiva musical que vai além dos três álbuns que referi acima. Aproveito para desenvolver um pouco mais sobre alguns dos temas.



domingo, 3 de março de 2024

Música 2023 #4: Ainda sobre feels

Finalmente, a última parte do balanço musical de 2023. Chegámos à secção das miscelâneas, das músicas soltas que se mantiveram na minha rotação ao longo do ano.




Uma delas, mais no início do ano, foi The Thing That Wrecks You, um dueto entre Bryan Adams e a cantora canadiana Tenille Townes. Não tenho muito a dizer sobre ela, é linda. 


Outra marcante foi Don’t Take the Money, do projeto Bleachers de Jack Antonoff – com Lorde contribuindo com vocais de apoio, embora não seja creditada. Existe uma versão acústica, da MTV Unplugged, em que Lorde canta mais, é um dueto como deve ser. 


Foi a minha irmã quem me mostrou a música. É muito gira. 

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