segunda-feira, 27 de abril de 2026

Lorde – Virgin (2025) #3

           



            Terceira e última parte da análise a Virgin. Podem ler as partes anteriores aqui e aqui


        Falemos, então, sobre Favourite Daughter, uma música sobre a relação de Ella com a sua mãe – embora também possa ser, um pouco, sobre a relação com os fãs e com a indústria musical. 


Penso que qualquer fã de Lorde se recordará que, quando esta apareceu no mundo da música, muitos a descreveram como madura para a idade. Ao ponto de surgir a piada de que ela, na verdade, tinha quarenta e dois anos. Brincadeiras à parte, Ella terá sido “diagnosticada” como sobredotada aos seis anos. Ou seja, terá passado a vida toda sendo tratada como um génio – para o melhor e para o pior. 


É o problema dos bons alunos. As figuras de autoridade à sua volta exigem sempre bons desempenhos, receando que os alunos em questão “desperdicem” as suas capacidades. Não pretendo com isto diabolizar pais ou professores. Acredito que, na larga maioria dos casos, estas pressões são bem intencionadas. Toda a gente conhece as vantagens de um bom desempenho académico, ou desportivo, ou artístico, sobretudo a médio/longo prazo. Quando se é criança, ou mesmo adolescente – falo um pouco por experiência própria – não vemos os benefícios. Só o tempo de lazer, de brincadeira, de convívio que é sacrificado. A única vantagem visível é a aprovação das figuras de autoridade. Eu mesma me recordo de estar no secundário e ouvir uma colega minha dizer: 



– Às vezes parece que só me esforço na escola para agradar aos meus pais. 



Isto ganha outra dimensão quando falamos de estrelas infantis e/ou adolescentes. Aqui a pressão não vem só de pais e professores – vem do mundo inteiro. Há vinte anos, casos como os de Britney Spears, Lindsay Lohan, eram temas de piadas. Nos últimos anos, felizmente, aprendemos a recontextualizá-los como aquilo que eram: coisas por que nenhuma criança ou adolescente devia passar. 



Em muitos casos, o mal começa com os próprios pais – por pressão desmesurada, controlo excessivo, abuso financeiro. Tivemos Lindsay e Britney, conforme acabámos de referir acima – e infelizmente acho que Britney nunca irá recuperar – mas também, antes delas, nomes como Michael Jackson e Macaulay Culkin. Jennette McCurdy, antiga atriz adolescente do canal Nickelodeon, escreveu um livro literalmente intitulado “Ainda bem que a minha mãe morreu”. 







Mas mesmo quando estas pessoas vêm de famílias decentes, é muito raro passarem incólumes por uma infância e/ou adolescência sob as luzes da ribalta. Taylor Swift, por exemplo, tem pais que sempre defenderam os interesses da filha. Ela ainda hoje os mantém por perto, a eles e ao irmão. O império dela é essencialmente um negócio de família. Diria mesmo que uma das fundações desse império assenta nos abusos que Taylor foi sofrendo ao longo da sua carreira e que ela recontextualizou a seu favor.  Mas não deixaram de ser abusos, que começaram quando Taylor era ainda uma miúda. 



E pode-se argumentar que, com o seu complexo de vítima – que se mantém, mesmo sendo ela uma das mulheres mais ricas do planeta – Taylor não está assim tão bem ajustada quanto isso. 



Também houveram esforços com o trio de protagonistas dos filmes de Harry Potter. Chris Columbus, o realizador dos primeiros dois filmes, aprendeu com o caso de Macaulay Culkin, aquando de Sozinho em Casa. Quando fez o casting para estes filmes, certificou-se de que os três protagonistas vinham de famílias funcionais. 



Ao mesmo tempo, consta que a equipa dos filmes – que se terá mantido relativamente inalterada ao longo dos doze anos de filmagens – terão tomado conta dos jovens atores o melhor que podiam. De tal forma que Emma Watson diz que apanhou um balde de água fria quando, mais tarde, o mesmo não aconteceu com outros filmes onde entrou



E mesmo assim, Emma desde tenra idade teve de lidar com o assédio implacável da imprensa – porque, claro, era a protagonista feminina. Ao mesmo tempo, Daniel Radcliffe, que fazia de Harry, tornou-se alcoólico ainda adolescente ao tentar lidar com as pressões da fama. Felizmente, consta que, hoje, tem conseguido manter-se sóbrio.



Mesmo com tudo isto em conta, J.K.Rowling, que escreveu a história que inspirou os filmes e influenciou o casting, tem o desplante de ostracizar os três atores pelo hediondo crime de questionarem a transfobia confessa e militante dela. Ao ponto de Rowling ter autorizado uma série de televisão, em grande parte para reduzir a influência de Daniel, Emma e Rupert Grint sobre a franquia.



É uma mulher desprezível. É uma das pessoas que mais odeio, não muito longe de Trump.



Estou a desviar-me demasiado do assunto, mas também este é outro tema que daria azo a um texto independente. Se estiverem interessados em saber mais sobre isto, recomendo o podcast de Alyson Stoner, Dear Hollywood. Isto tudo para dizer que há quem considere que sujeitar menores de idade a fama ao nível de Hollywood equivale a maus tratos infantis. Não discordo. 






Havemos de abordar outros aspetos mais à frente, nesta análise.



O caso de Lorde, que ganhou fama aos dezasseis anos, não parece ter sido dos mais traumáticos e ela não terá sofrido abusos por parte dos pais… e mesmo assim, conforme vemos em Favourite Daughter, a relação com a sua mãe não está livre de dificuldades. Ella dá a entender que a sua carreira tem servido, pelo menos em parte, para obter a aprovação da mãe, para que esta se orgulhe dela – “all of the battles I’ve won for you, breaking my back just to be your favourite daughter”.



A terceira parte da música vai mais longe e dá a entender que Lorde está a realizar os sonhos que a mãe não realizou – lá está, algo muito comum em casos de estrelas infantis ou adolescentes. Sabemos há anos que Sonja Yelich é uma poetisa e Lorde sairá a ela. Em Favourite Daughter, Lorde lamenta que a mãe não tenha recebido o devido reconhecimento. “Why'd you have to dream so big? Why did no one listen when you hit the notes from your heart?”. Um destaque para o pequeno vocalizo que Lorde faz depois deste verso, como que a demonstrar. 



Adicionalmente, Lorde refere um tio materno que, ao que parece, seria parecido com Ella e que terá morrido por suicídio. Lorde dá a entender que a perda terá levado Sonja a fechar-se aos próprios filhos, pelo menos em parte (“And for evеry door you open, there's a room I can't go in”), e o luto terá pesado na própria filha (“Breaking my back to carry the weight of your heart”).



Dito isto, mesmo com todas as disfunções listadas, Lorde vai repetindo “everywhere I run, I’m always running to you”. Apesar de tudo, a mãe é o porto de abrigo de Ella. Mesmo com todas as imperfeições, Ella irá sempre regressar.



Suponho que seja outro aspeto da liberdade. Não há necessariamente quebra de todas as ligações, apenas uma reavaliação, agora que não se é um dependente, agora que se encontra em pé de igualdade e se tem capacidade para escolher.



If She Could See Me Now é uma música que, de início, não me cativava por aí além. Subiu na minha consideração depois de me sentar para analisá-la. Esta é a canção de vitória. Ella saboreando a liberdade que conquistou. 







Como já é algo típico na música de Lorde, há aqui uma dose saudável de pretensão: “‘Cause I’m a mystic, I swim in waters that would drown so many other bitches”. Um bocadinho ridículo da parte de uma milionária. Certo, ela é uma antiga estrela adolescente, saiu de uma relação tóxica, ultrapassou um distúrbio alimentar, lidou com, na pior das hipóteses, uma ligeira disforia de género. Muitos outros passam por problemas semelhantes, ou piores, e a larga maioria não tem a fortuna dela. Lorde não é assim tão especial. Haja noção!



Pronto, recordar o que dissemos antes, dar um desconto. Adiante.



Mais um paralelismo com Hayley Williams e Petals For Armor: dira que If She Could See Me Now é a homóloga de Watch Me While I Bloom. Também uma canção de triunfo, com destaque para a fisicalidade, para o contacto com o próprio corpo. “How lucky I feel to be in my body again”, rezava Hayley. Lorde, por sua vez, refere o próprio exercício físico como forma de terapia: “in the gym I’m exorcising, all my demons, make’em keep riding”. Destaque para o trocadilho: exercício/exorcismo, exercising/exorcising. 



O verso “got me lifted, feeling so gifted” traz-me à memória a imagem de uma estafeta cuja farda deixa pouco à imaginação e não parece muito prática para o seu trabalho. Ah! Maravilhas da MTV e outros canais de música em 2003/2004!



O refrão é mais sombrio do que soa à primeira. Referências a dissociação: “Baby, whenever you’d break me; I watched it happen like an angel looking down”. Os versos seguintes são um bocadinho piores “It make me a woman being hurt like that”. Talvez seja eu que esteja a ler demasiado nas entrelinhas, mas parece-me que Lorde dá a entender que foram os maus tratos que fizeram com que passasse de rapariga a mulher. Uma ideia comum, sobretudo quando falamos de abusos sexuais… e eu detesto-a. Detesto a equiparação de mulher a vítima ou mesmo a sobrevivente.



Adiante. No verso seguinte, em contraste, Lorde está finalmente numa fase da sua vida em que não precisa de dissociar, em que se sente segura no seu próprio corpo e na vida real. “I can feel, don’t need fantasy”. 



A terceira parte parece toda ela dedicada à indústria musical. Lorde essencialmente dizendo-lhes para arranjarem outra para explorarem – “hope you find her, another starlet, another camera, another red carpet”. Regressa um pouco a rejeição da fama de Solar Power. Entre álbuns, Ella chegou à conclusão de que não pode fugir à sua identidade como Lorde. Ella será sempre uma cantora, uma artista musical, destinada a criar “bangers”. Dito isto, conforme referimos antes, Lorde gosta da sua privacidade, não parece ser grande fã da parte mais superficial da sua carreira, da atenção, do mediatismo – tirando em ocasiões pontuais. Prefere, lá está, focar-se em si mesma, em criar música para lidar com as suas mágoas e, assim, cativar o público. “I bring the pain out the synthesizer. The bodies move like there’s spirits inside them”.






Tenho duas interpretações para a frase “I’m going back to the clay”. O barro pode ser um símbolo de criação, no sentido de criar música. Mas também me pergunto se é outra representação do renascimento de Lorde. 



If She Could See Me Now é o mais parecido que Virgin tem a uma conclusão. E mesmo assim é questionável. Pode-se argumentar que David é a conclusão oficial de Virgin – uma conclusão que não chega a sê-lo, mesmo assim. 



Na minha opinião, em termos de sonoridade, David e Clearblue têm várias semelhanças. Temas extremamente emotivos, produção despojada, destacando a voz de Lorde. David, ainda assim, tem um acompanhamento instrumental, mas tem o mesmo tom assombrado. Na verdade, é uma música muito Lorde, sobretudo com os vocais em coro no refrão. 



David é dos títulos mais curiosos neste álbum. Esta página no Reddit lista várias explicações possíveis. Oficialmente, Lorde invocou a estátua esculpida por Miguel Ângelo e a citação atribuída a ele: “tinha uma imagem do David na mente. Peguei no martelo e no cinzel e tirei do bloco de mármore tudo o que não fosse o David.” Esta ideia encaixa bem com a filosofia minimalista da música de Lorde. No contexto de Virgin, faz ainda mais sentido. O álbum abre com Hammer, que significa “martelo”. Como vimos antes, serve de introdução aos temas de Virgin – e poderá representar Lorde pegando no martelo e começando a esculpir uma nova versão de si mesma.



Por outro lado, com a diferença de idades e de poder na indústria musical, a dinâmica entre David e Golias é uma óbvia metáfora para o relacionamento entre Lorde e o ex.



Regressando ao tema dos bons alunos, que são recompensados pela obediência, pode-se argumentar que estas pessoas nunca chegam a crescer. Precisam sempre da orientação de outra pessoa, não estão habituados a tomar decisões por si mesmos. Trazendo de novo Taylor Swift ao barulho, tenho os meus problemas com But Daddy I Love Him, mas ela tinha razão quando rezou “growin’up precocious sometimes means not growin’up at all”. Lorde admitiu em entrevistas que, durante muito tempo, havia sempre alguém “que era Deus para ela”, que era uma figura de autoridade, de orientação – visto ter saído de casa e começado a sua carreira quando era ainda muito nova e ainda não estava preparada para tomar conta de si mesma. Quando não eram os pais, terá sido o ex.



Peço desculpa, mas isto choca-me. Ella tinha dezassete anos quando se envolveu com um homem com o dobro da idade dela. Trinta e quatro anos! Eu tinha trinta e seis e não me passa pela cabeça envolver-me com um adolescente. Mesmo vinte e poucos anos já me causa impressão. Como se não bastasse, este homem era um executivo da editora, com interesse financeiro na vida dela. 







Não percebo como é que ninguém questionou isto, como é que os próprios pais de Ella permitiram isto. Eu mesma já tinha escrito sobre esta relação a propósito de Solar Power. Já na altura me soaram alarmes, tão pouco tempo depois de ter escrito sobre o divórcio de Hayley, mas ainda dei o benefício da dúvida. Infelizmente, as minhas previsões mais pessimistas confirmaram-se: David é a Your Power de Lorde.



Dito isto, em entrevistas Ella afirmou que, mesmo que a relação tenha terminado, ainda guarda afeição pelo ex. Tal faz-me acreditar que, mal por mal, este não a terá tratado tão mal como outros casos que conhecemos. Ainda assim, mesmo que o homem tivesse a melhor das intenções, a relação dificilmente duraria. Quando Lorde amadureceu um bocadinho mais, ganhou mais confiança em si própria e exprimiu melhor a sua vontade – ou, como as internetes diriam hoje em dia, quando o seu lobo frontal acabou de amadurecer – o relacionamento não sobreviveu (“‘Cause you dimed me out when it got hard”). 



Destaco o verso “pure heroine mistaken for featherweight” – Lorde invocando o seu aclamado primeiro álbum para acusar o ex de a ter subvalorizado.



Por outro lado, na reta final de David, Lorde indaga “Am I ever gonna love again?” Outro exemplo do preço da liberdade. Ella deixou um relacionamento inadequado, mas está sozinha. Ainda nutre afeição pelo ex, mas não sabe se conseguirá dar-se com ele, mantê-lo na sua vida (“Will you ever feel like a friend?”). 



Pergunto-me se terão sido essas inseguranças, essa solidão, a motivar a hipersexualidade de Lorde, os seus múltiplos parceiros. 



A resposta apresentada no fim de David – e de Virgin – é seguir para a fase descrita em Hammer. “Tell it to the rock doves. Sing it to the fountain. ‘Til you understand”. A última frase, “tell it to them”, faz-me lembrar o início de Hard Feelings, “go back and tell’em”, também a propósito do fim de uma relação. Em David, a frase envia-nos para o início do álbum, faz o loop



Virgin não é uma história com princípio, meio e fim, ao contrário de Melodrama. Nesse álbum, a narradora reconhece o carácter auto-destrutivo do estilo de vida que descreveu. Em Perfect Places, dá a entender que vai desistir. Em Virgin a questão não é assim tão simples. Por um lado, os múltiplos parceiros sexuais de Lorde são um comportamento de risco, tanto em termos físicos, de saúde, como emocionais – vide Clearblue e Current Affairs. Por outro lado, Lorde progrediu em vários outros aspetos da sua vida. Deixou uma relação sem futuro, está mais confortável com o seu próprio corpo, com o seu género, consigo mesma. 






Não sabemos se Lorde vai manter o estilo de vida de Virgin ou se, eventualmente, transitará para algo mais estável, se chegará a alguma conclusão. Penso que a intenção é mesmo essa: manter a incerteza, abraçar o desconhecido. Sinto que Lorde anda desde pelo menos Melodrama à procura do sentido da vida – e que tal busca continuará nos próximos álbuns e, provavelmente, durará toda a sua carreira, toda a sua vida. 



E, de caminho, ajudar-nos-á a nós a descobrir quem somos. 



Virgin é um bom álbum, em suma. Melhor que Solar Power, não tão bom como Melodrama, mas não estava à espera que fosse. Na verdade, em termos de qualidade pura, Virgin é o tipo de álbum que eu esperava que sucedesse a Melodrama. Precisei de algum tempo para o digerir como deve ser – até porque Ego Death at a Bachelorette Party roubou-lhe tempo de antena, sobretudo durante o verão passado – mas os méritos de Virgin acabaram por se fazer notar. Ainda não sei se lhe vou dar muita rotação no futuro, agora que esta análise está publicada. Só o tempo o dirá. 



Virgin manteve o padrão de um álbum calmo seguido de um álbum mais agitado. Não sei se o padrão se vai manter. Conforme referimos antes, Lorde tem vindo a dizer que não nasceu para criar temas serenos, como os de Solar Power, ainda que uma boa parte dela tenha vontade disso. Assumindo que estas palavras são para levar a sério, é possível que o próximo álbum venha também com “bangers”.



Pergunto-me, aliás, se na próxima era Lorde manterá algum dos temas de Virgin (nomeadamente no que toca à expressão de género), ou se voltará a fazer tábua rasa. O meu receio é uma exacerbação das suas piores facetas, da falta de noção, que se embrenhe tanto no seu próprio mundo que deixe de ter contacto com a realidade dos simples mortais – o que poderá fazer com que perca o estatuto de voz de uma geração. 



Mas também, assumindo que o padrão de quatro anos entre álbuns se manterá – algo que acho saudável – muita coisa mudará, com Lorde e com o resto do mundo. 



E agora vou finalmente vê-la ao vivo, no Nos Alive! Andava há anos à espera desta oportunidade. Conforme escrevi antes, do meu núcleo duro de artistas e bandas, Lorde é quem me falta ver ao vivo. Perfect Places é, da minha lista de músicas absolutamente preferidas, a que me falta ouvir ao vivo – espero que faça parte do alinhamento do Alive. Depois dessa, já poderei morrer feliz. E pode ser que me afeiçoe ainda mais a Virgin depois de as ouvir em concerto. 







Quanto aqui ao blogue, o próximo texto deverá, então, ser a análise a Ego Death at a Bachelorette Party. O que vai ser um desafio. O universo Paramore é um dos meus assuntos preferidos, mas… Ego é um álbum gigantesco e complexo e Hayley Williams nunca mais parou quieta desde que o lançou. Ou seja, esta análise vai precisar de muito mais trabalho de casa do que o costume – incluindo mas não limitado a três filmes, parte de um livro, horas de entrevistas e/ou podcasts


Desejem-me sorte.


E este é só um dos motivos pelos quais irei demorar a publicar aqui no blogue outra vez. Para além disso, vem aí o Mundial, ou seja, terei de dedicar tempo ao meu blogue da Seleção. O blogue tem estado praticamente parado nos últimos dois anos, mas tenciono publicar um texto ou outro durante o Mundial. Ao mesmo tempo, daqui a umas semanas vou entrar de novo numa fase com vários concertos e outros planos – o que será ótimo, ando cheia de saudades, mas será outra coisa a roubar-me tempo e energia. 


Por outro lado, tenho já algumas notas para um eventual texto de Músicas Ao Calhas (meu Deus, quando é que foi a última vez que escrevi para essa rubrica?), caso sinta que aqui o estaminé está parado há muito tempo. 


Obrigada desde já pela vossa visita e pela vossa paciência. Sigam a página do blogue no Facebook. Até à próxima!




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