sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Músicas Ao Calhas – the cure




Ora bem, é a primeira vez em seis anos que escrevo um texto para esta rubrica. Um texto que só entrou nos planos há relativamente pouco tempo. A minha ideia era a próxima entrada ser a análise ao terceiro álbum a solo de Hayley Williams, Ego Death at a Bachelorette Party. 

Não desisti dessa análise, atenção. Tenho andado a trabalhar nela nos últimos meses de forma intermitente. Está demorada por, entre outros motivos, ter passado por mais uma fase de menos tempo e energia para escrever – algo que pode vir a acontecer outra vez. Também perdi uma parte das minhas notas com a pesquisa e planeamento desta análise – mas isso é uma história para outra ocasião. 


Pelo meio, em maio, Olivia Rodrigo lançou the cure, o segundo avanço do seu terceiro álbum you seem pretty sad for a girl so in love. A música ficou-me na cabeça desde então, sobretudo pela letra e pela maneira como acaba por se relacionar com temas explorados em Ego Death at a Bachelorette Party. 


Assim, decidi dedicar-lhe um texto de Músicas Ao Calhas. Durante algum tempo andei indecisa sobre quando o escreveria: se antes ou depois da análise a Ego e a outros textos que pretendo escrever. Cheguei a decidir deixar para mais tarde. No entanto, durante as minhas pesquisas para Ego, o tema voltou a surgir. Não fazia sentido deixar para depois.

segunda-feira, 27 de abril de 2026

Lorde – Virgin (2025) #3

           



            Terceira e última parte da análise a Virgin. Podem ler as partes anteriores aqui e aqui. 


        Falemos, então, sobre Favourite Daughter, uma música sobre a relação de Ella com a sua mãe – embora também possa ser, um pouco, sobre a relação com os fãs e com a indústria musical. 


Penso que qualquer fã de Lorde se recordará que, quando esta apareceu no mundo da música, muitos a descreveram como madura para a idade. Ao ponto de surgir a piada de que ela, na verdade, tinha quarenta e dois anos. Brincadeiras à parte, Ella terá sido “diagnosticada” como sobredotada aos seis anos. Ou seja, terá passado a vida toda sendo tratada como um génio – para o melhor e para o pior. 

domingo, 26 de abril de 2026

Lorde – Virgin (2025) #2

           Segunda parte da minha análise a Virgin. Podem ler a primeira parte aqui. 

         Terminámos essa parte dizendo que existe um tema que, na minha opinião, funciona melhor como primeiro avanço de Virgin que What Was That. Para ser justa, este tema foi o terceiro single do álbum, lançado cerca de uma semana antes da edição oficial. Falo de Hammer, uma das minhas preferidas em Virgin, cuja mensagem se resume a “esta é a minha vida agora, permitam-me que desenvolva já a seguir”.




        O título – “hammer”, martelo – diz respeito ao estado de hipersexualidade em que Lorde se encontrou depois de ter deixado de tomar a pílula e voltado a ovular. Ella descreve tais impulsos como violentos, quase masculinos. É uma interpretação comum na nossa cultura, ainda que bastante conservadora: associar virilidade a hipersexualidade, ter um papel mais ativo, ter a iniciativa, no que toca a sexo e/ou a romance. Por outro lado, há aqui abertura a algo além do vínculo físico: “I know you don’t deal much in love and affection but I really believe there could be a connection”.

Lorde – Virgin (2025) #1

          



             Ella Yelich-O'Connor, profissionalmente conhecida por Lorde, lançou Virgin, o seu quarto álbum de estúdio a 27 de junho de 2025 – sensivelmente quatro anos após o lançamento do álbum anterior, Solar Power, mantendo o padrão que se tem observado ao longo da sua carreira. Hoje vamos finalmente começar a analisá-lo. Esta é a primeira de três partes.


Tornei-me fã de Lorde há cerca de dez anos – numa altura em que o entusiasmo geral em torno do seu álbum de estreia, Pure Heroine, já havia arrefecido um pouco. No ano seguinte, Lorde lançou o álbum Melodrama – só um dos melhores álbuns de todos os tempos, indiscutivelmente. Escrevi sobre ele poucos meses depois de ter sido lançado – hoje, se calhar, acrescentar-lhe-ia coisas. 



Quatro anos depois, no verão de 2021, Lorde lançou Solar Power. Um álbum que, infelizmente, não roça nem de perto os calcanhares dos seus antecessores, conforme expliquei na altura. Em suma, gostei mais da ideia do álbum, da estética dos videoclipes e da era em geral, do que do álbum em si, das músicas em si. Várias delas estão mal produzidas, soam entediantes, incompletas, denunciando (penso que não intencionalmente) alguma futilidade da parte de Lorde, alguma falta de noção, as suas contradições. 

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Primeiras bandas, uma metaleira cabeça-no-ar e uma bilionária sem noção – Música 2025

             Não estava nos meus planos escrever uma retrospetiva musical para 2025. Não cheguei a fazê-lo para 2024 – o mais parecido foi o apanhado de concertos que, de qualquer forma, acabou por cobrir uma boa parte do ano seguinte. 


No que toca a 2025, o meu ano musical foi marcado, acima de tudo o resto, por três álbuns: From Zero, dos Linkin Park; Virgin, de Lorde; Ego Death at a Bachelorette Party, de Hayley Williams. Ando a analisá-los aqui no blogue – já escrevi sobre o primeiro, tenho o segundo já esquematizado – e ficava 2025 representado. Iria apenas referir de passagem os hábitos musicais que não se encaixassem nestes álbuns no final da análise a Virgin. 



Só que as notas para essa parte acabaram por se estender por várias páginas. Assim, decidi escrever um texto independente para a retrospetiva musical que vai além dos três álbuns que referi acima. Aproveito para desenvolver um pouco mais sobre alguns dos temas.



quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Ordem de despejo

 

 

 

O meu plano não era de todo que a primeira publicação de 2026 aqui no blogue fosse esta. Mas fui apanhada de surpresa pelo anúncio da descontinuação do Sapo Blogs.  

 

Estava literalmente a meio da edição do meu próximo texto – uma retrospetiva musical de 2025 – aproveitando uns minutos livres da minha hora de almoço de segunda-feira, dia 12 de janeiro. Fui ao Sapo Blogs à procura de um link de uma publicação anterior que queria incluir nesse texto. Dei com o anúncio. Caiu-me tudo aos pés.


sábado, 15 de novembro de 2025

Linkin Park – From Zero (Deluxe Edition) (2025) #2


Segunda parte da minha análise a From Zero. Podem ler a primeira parte aqui. 

Avancemos, então, para as músicas não-single e não-Casualty. Em continuidade com esta última, começo pelas mais agitadas. Só faltam duas na verdade: Cut the Bridge e IGYEIH.


Linkin Park – From Zero (Deluxe Edition) (2025) #1




Hoje vamos finalmente falar sobre From Zero, o álbum de regresso dos Linkin Park após uma pausa de sete anos, devida à morte do vocalista Chester Bennington, em 2017. Faz hoje um ano do lançamento da edição-padrão do álbum, mas neste texto falaremos também sobre Up From the Bottom, Unshatter e Let You Fade. Ou seja, tecnicamente, esta é uma análise à edição Deluxe de From Zero, editada oficialmente a 17 de maio deste ano. Virá dividida em duas partes, a segunda parte será publicada logo à tarde. 

quinta-feira, 21 de agosto de 2025

Digimon Adventure 02: O Início

01 (1).jpg


Digimon Adventure 02: O Início estreou nos cinemas japoneses em outubro de 2023. Pouco mais de seis meses depois, no dia 16 de maio de 2024, chegou aos cinemas portugueses na sua versão original legendada. Fez parte de um ciclo de anime da Nos, que incluiu outros filmes do género: por exemplo, Spy x Family Código: Branco – um anime de que gosto muito, como penso já ter referido algures aqui no blogue.


O Início é protagonizado (bem… mais ou menos) pelo elenco de heróis de Digimon 02. Decorre pouco menos de dois anos após os eventos de Digimon Adventure Kizuna: A última evolução. Na minha opinião, Kizuna é uma das melhores coisas que Digimon alguma vez fez (só mesmo em termos de impacto emocional). Os temas que aborda – crescimento, perda, escolhas, lidar com o passado, encarar o futuro – são universais, daquelas lições que temos de aprender vezes e vezes sem conta. Vi o filme em três alturas diferentes da minha vida: em finais de 2020, quando me cansei de esperar pela estreia; em 2022, quando estreou a dobragem portuguesa nos cinemas; no encontro português do Odaiba Memorial Day (ajudou-me a lidar com algo sobre o qual escrevi aqui). 

quinta-feira, 26 de junho de 2025

Concertos #3 – Segundas oportunidades



Chegámos à última parte do meu balanço de concertos. Hoje vamos falar sobre a banda que, de forma direta e indireta, virou a minha vida do avesso, sobretudo nos últimos dois anos e pouco – e, ao que tudo indica, irá continuar. Não existe nada de normal nesta banda nem na minha relação com ela. O concerto a que fui no ano passado foi apenas um exemplo: dois meses antes não o achava, sequer, possível.


Um regresso dos Linkin Park não estava no bingo de ninguém para 2024. Muito menos com um álbum novo. Muito menos com uma mulher como vocalista. Tecnicamente já escrevi sobre isso aqui, mas os meses que se passaram desde essa altura, o equivalente a uma gestação, trouxeram outra prespetiva. 


Quando me recordo do período antes de 5 de setembro de 2024, esse parece-me outra vida. É certo que tinham havido sinais nos meses anteriores. Ainda há pouco tempo foram-me aparecendo, nas funcionalidades de memória das redes sociais, publicações sobre os primeiros rumores de uma cantora nos Linkin Park. Tenho-me fartado de rir com as minhas reações. A questão é que, por uma questão de sanidade mental, não acreditava em nada, a menos que viesse diretamente da banda. E, a partir de certa altura, isso deu em negação.

domingo, 25 de maio de 2025

Concertos #2 – Dois em um e um tributo pelo meio



Faz agora um ano desde que a Eras Tour passou por Portugal. Eu fui à segunda noite e foi um dos concertos mais marcantes da minha vida. Não só por ter trazido dois nomes de peso a Portugal, mas também pelo ambiente, pelo enquadramento. Como tal, esta publicação vai ser quase toda ela dedicada à Eras. 


Conforme outros já descreveram, a Eras Tour foi o mais parecido que tivemos na vida real com a Barbieland. Aqueles dias foram uma celebração… eu nem diria da mulher, diria da menina. Do cor-de-rosa, das roupas, das lantejoulas, das pulseiras da amizade.


Algo que nunca foi muito muito a minha cena. Não que nunca tenha tido um lado feminino, mas sempre fui muito maria-rapaz. Sempre preferi calças a vestidos e sempre tive vários interesses tipicamente masculinos. Como muitas mulheres da minha geração, tive uma fase (mais longa do que me orgulho) em que pensava que isso fazia de mim melhor que as demais. Mas, mesmo depois de ter deixado essa mentalidade para trás, sei que nunca serei uma pessoa cem por cento estereotipicamente feminina. 


Ainda assim, até entrei no espírito da Eras Tour. Eu e a minha irmã começámos a fazer pulseiras de amizade. Para mim foi difícil começar – não sabia onde arranjar as missangas. Comprei dois conjuntos, primeiro na Toys’R’Us, depois na Claire – nenhum deles com letras suficientes. Só mais tarde percebi que o melhor sítio para comprar é mesmo na Temu.

quarta-feira, 14 de maio de 2025

Concertos #1 – Cinco num ano tinha sido muito? Ah ah!

Neste último ano, ano e meio, tenho ido a muitos concertos. Mesmo muitos. Já nem conto. No ano passado dizia que 2023 tinha sido o ano dos concertos só porque tinha ido a cinco – que tonta! De tal forma que, neste último ano, concertos passaram a ser a minha “cena”: aquilo pelo qual quase toda a gente na minha vida me pergunta. Isto porque, depois, publico fotografias e vídeos nas minhas redes sociais, sobretudo no Facebook e Instagram. 


Não que isto tenha vindo do nada. Quem acompanhe o meu blogue há algum tempo saberá que adoro concertos. Tive a sorte de, no último ano, ter podido cruzar-me com as digressões de vários nomes de peso do meu núcleo duro de músicos preferidos. Três deles no mesmo mês. Dois deles no mesmo dia. 


Mas os principais culpados pela minha era de ir-a-todos-os-concertos-possíveis são os amigos que fiz entre os fãs do tributo português aos Linkin Park (bem… um deles). O nosso problema é desencaminharmo-nos uns aos outros. Para concertos dos Hybrid Theory na maior parte dos casos, mas também para outros artistas ou bandas. 


Tenho gasto muito dinheiro em bilhetes, sim. Ninguém espera que a Eras Tour ou o Rock in Rio sejam baratos. Ao mesmo tempo, tenho ido a muitos outros a preços relativamente acessíveis ou mesmo gratuitos. Na minha busca por concertos dos HT e, mais tarde, de nomes como GNTK ou Diogo Piçarra ou outras bandas de tributo, como os Decoded ou Hybrid Park, tenho descoberto vários clubes, festas de aldeia em cantos remotos do país, festivais de música locais. Já podia ter começado a ver artistas nacionais de que gosto sem gastar muito há bastante tempo. 

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

Sobre a terceira temporada de Ted Lasso #3

Terceira e última parte da análise à terceira temporada de Ted Lasso. Podem ler as partes anteriores aqui e aqui. Spoilers para toda a série de Ted Lasso.





Temos, agora, de falar sobre outra das desilusões da temporada: Nate. Não que ache que não tenha havido nada que se aproveitasse da história dele mas, mesmo assim, as expectativas eram altas e, infelizmente, os guionistas não cumpriram. 


Da maneira como vejo, sempre existiram dois Nates. Já que Ted Lasso gosta de fazer paralelismos nada subtis com Star Wars, peguemos no tema e chamemos-lhe o lado bom/luminoso e o lado negro. O lado bom é o lado mais genuíno, mais vulnerável, mais gentil, mas que Nate considera uma fraqueza. O lado negro é o lado mais cruel e arrogante. 

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2025

Sobre a terceira temporada de Ted Lasso #2

Segunda parte da minha análise à terceira temporada de Ted Lasso. Podem ler a primeira parte aqui. Spoilers para toda a série de Ted Lasso.




Queria agora regressar aos primeiros episódios para falar sobre Keeley – quiçá a maior desilusão da temporada. Sabíamos que Keeley, deixaria de trabalhar diretamente com o Richmond para fundar a sua própria empresa de Relações Públicas. O que não sabíamos era que este desenvolvimento praticamente isolaria Keeley do resto do elenco que conhecíamos. Foi como vermos um spin-off dentro da própria série – e nem se pode dizer que tenha sido um bom spin-off. 


Teve os seus momentos, é certo. Gostei de Barbara, uma das funcionárias da empresa que tem uns conflitos interessantes com Keeley. Mas de resto pouco se aproveitou. 

terça-feira, 11 de fevereiro de 2025

Sobre a terceira temporada de Ted Lasso #1

Na última meia dúzia de anos, ou mais, tenho andado algo enjoada de séries. Tenho visto relativamente poucas e geralmente não me interesso por aí além nas mesmas. Acompanhei The Crown praticamente do princípio ao fim, tenho visto Bridgerton, vi algumas temporadas de Virgin River até me fartar, algumas minisséries como Queen’s Gambit. Nunca deixei de ver Anatomia de Grey, mas o meu interesse é tão pouco que eu me esqueço do que acontece entre episódios. Não decorei o nome de nenhuma personagem nova desde para aí 2017.


Recentemente até me tenho aberto um pouco mais. No verão vi a primeira temporada de Why Women Kill e adorei. E há uns meses vi Only Murders in the Building.


No entanto, mesmo quando gosto, não tenho vontade de escrever sobre elas. Era algo que fazia há dez anos, sobretudo sobre Once Upon a Time – ainda hoje são dos textos que recebem mais visitas. Mas a verdade é que ver uma série com lentes de análise muitas vezes estraga a experiência. E nos últimos anos não quis fazê-lo.

domingo, 6 de outubro de 2024

O que é Linkin Park? #2

Segunda parte da minha... análise? O que quer que queiram chamar aos milhares de palavras que gastei para lidar com o regresso dos Linkin Park. Podem ler a primeira parte aqui. 




Com tudo o que discutimos na parte anterior, quase me esqueço de falar sobre as músicas novas. Quase que é o menos importante no meio disto tudo.

O que é Linkin Park? #1

Há sete anos que sei que isto poderia acontecer. Passei este tempo dizendo a mim mesma que lidaria com isso quando a altura chegasse.


Pois bem, a altura chegou. Eis-me lidando com isso. 



quarta-feira, 15 de maio de 2024

A história turbulenta da banda que vai abrir a Eras Tour em Portugal #4

Chegámos à última parte da história dos Paramore (que começámos a contar aqui). Retomamo-la algures em 2018, quando Hayley e Taylor terão começado a namorar. Sim, é ele o amor da vida dela a que me referi antes. Segundo declarações e letras escritas à posteriori, de início Hayley tentou reprimir os seus sentimentos. Em parte precisamente porque já não era a primeira vez que se envolvia com um colega de banda – e o fim da relação com Josh dera cabo da amizade entre os dois e quase destruíra os Paramore. 


Mas também terão existido outros motivos. Depois do traumático relacionamento anterior, acredito que Hayley tenha receado apaixonar-se de novo. Ao mesmo tempo, a jovem não estava habituada a uma relação saudável. Parte de si não se sentia à vontade com isso – mais sobre isso adiante.


Mas, de uma maneira muito típica e muito descrita em inúmeras canções de amor, os sentimentos foram mais fortes.

terça-feira, 14 de maio de 2024

A história turbulenta da banda que vai abrir a Eras Tour em Portugal #3



Terceira parte da história dos Paramore. Podem ler as partes anteriores aqui e aqui.


Mesmo com as desistências de Josh e Zac Farro, Hayley, Taylor e Jeremy eventualmente decidiram continuar com a banda – e o mundo susteve a respiração para saber como sobreviveriam os Paramore sem dois dos seus membros fundadores. O tal concerto no Optimus Alive decorreu cerca de seis meses depois da bomba. Lembro-me de estar sentada no chão da plateia, no meio de muitas pernas, conversando com uma fã mais experiente do que eu – penso que terá sido entre as atuações dos Kaiser Chiefs e dos Paramore. Ela explicou-me que Josh fora o principal parceiro de Hayley na composição – e não sabia se Taylor conseguiria desempenhar esse papel.


Enquanto escrevia o parágrafo acima, fiquei com umas estranhas saudades dessa rapariga, cujo nome não recordo, e dos outros fãs de Paramore que conheci nesse festival. Gostava de falar com eles sobre tudo o que aconteceu com a banda depois de 2011 (e aconteceu muita coisa, esta procissão ainda vai no adro). Será que não gostaram do rumo que os Paramore tomaram nos álbuns seguintes e deixaram de segui-los? Ou será que concordam comigo que, no fim, a banda deu a volta por cima?

segunda-feira, 13 de maio de 2024

A história turbulenta da banda que vai abrir a Eras Tour em Portugal #2




 

Retomamos a nossa história em 2007, 2008 (podem ler o início aqui). Riot! foi, então, o álbum que colocou os Paramore na ribalta. Infelizmente, a banda não lidou muito bem com isso. Uma das piores fases foi no início de 2008. Os Paramore chegaram a cancelar concertos na Europa. Diz que a banda esteve à beira de colapsar nessa altura. 

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...